segunda-feira, 11 de abril de 2011
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Eram 11:45 pm. Deitei. Pensei. Dormi. Sonhei. Logo ao acordar, algo estranho estava acontecendo comigo. Sentia um aperto no coração, era como se faltasse uma parte de mim. Decidi, então, retomar o meu dia, e fazê-lo um dos mais felizes. Saí. Não estava com a intenção te comprar um litro de whisky ou uma dose de vodka e sair por aí, pegando todos, não. Queria aliviar um pouco esse aperto que estava sentindo. Mas de que, ou quem? Não fazia e menor ideia. Talvez de alguém que me trazia carinho e companheirismo. Talvez de alguém, que nunca me deu bola e eu nunca tive comigo. Como isso iria passar? É, sinceramente, achei uma decisão: voltar a dormir, e tentar esquecer tudo aquilo. A insônia estava motorizando a minha saudade. Talvez, uma saudade que nunca tenha fim, uma saudade sem motivos. Uma saudade de ter vs.
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